A Coragem chama

Para se ter coragem é preciso ter consciência dos nossos pontos fracos, é preciso ser ou estar vulnerável e nossos defeitos ou pontos fracos são MUITOS… ninguém se mete numa situação estranha (mesmo que inconsciente) sem ter esta consciência.

Para termos sentimentos como Coragem, Amor, Empatia, ou até superar traumas… é preciso ser ou ter estado vulnerável um dia, saber das nossas falhas, pontos fracos, ter medo, não reagir quando se deve, etc… reparar o que se pode reparar ou até deixar como estar para que o tempo se encarregue disto é essencial para que possamos seguir lindo(a), se culpas ou submissões.

A escolha de optar pela coragem entra na vala da nossa área de conforto, precisamos sair do mundinho que construímos e realmente se jogar para que coisas novas, inovação, gente nova, oportunidades novas, enfim… para que aja movimento na sua vida. Eu decidi ter coragem ao invés de ver a banda passar e os desafios não são poucos ou pequenos, mas faria tudo outra vez… meu marido me chama de Gambling(jogador), pois quando viu, já me joguei e sempre fui assim… ação, ação, ação, sempre. Coisa de sagitariana roxa.

A palavra Inovação fala sobre vulnerabilidade num contexto filosófico, significa a disposição de se expor, de se expressar de uma forma autêntica e franca, de fazer coisas sem garantia, de correr riscos. Quando as pessoas se desarmavam e se arriscavam a tirar a armadura que as protegiam, abrem-se também às experiências que traziam propósito e significado às suas vidas. Para este grupo, a sensação de vulnerabilidade não era confortável, mas também não era dolorosa. Acreditavam simplesmente que esse sentimento era necessário para fortalecer suas relações. (retirado da revista Exame).

Existem muitas coisas que freiam nosso desenvolvimento humano pessoal também, uma delas é o medo de errar e assim vamos vagando pela vida sem saber dos trilhões de oportunidades que poderíamos ter abraçado, se, se, se, se, se, tivéssemos feito isto ou aquilo. A Falta de tolerância é outro inimigo… observe suas vulnerabilidades, não tenha vergonha de falar sobre elas e assim seu defeitos serão suas qualidades. Você saberá dos seus limites e saberá colocar limites nos outros também.

Tenha o foco em você, seja egoísta, pois assim você poderá ajudar outras pessoas… tentar resolver a vida dos outros só demonstra que você tem muito o que organizar na sua vida e que só está colocando a poeira para debaixo do tapete… foco em você que o resto se resolve, até quem estiver ao seu lado precisando de ajuda, será ajudado com seu exemplo de superação.

Seja bravo(a) como um(a) leão-leoa, corra risco, se a chance de vencer ou perder é de 50%, arrisque… você não está sozinho, a humanidade está em todo o lugar pois somos seres humanos que na maioria das vezes andamos como zumbis, mas somos centelha Divina na nossa essência.

Confiar, ter fé, ir o mais alto que você puder usando o seu infinito potencial e se possível, levar uma legião com você é o que faz sentido de estar aqui… usar nosso potencial ao máximo.

Retirado do Estadão:

Os Vikings na minha opinião foram um grande exemplo de bravura e coragem… em geral camponeses, artesãos, metalúrgicos, ourives, que durante os meses de verão participavam de explorações, algumas delas, guerreiras. Há quem diga que “eram muito mais sofisticados do que a caricatura que seus inimigos fizeram deles.”

Eram distribuídos no que se convencionou chamar de ‘terras Vikings’: Dinamarca, Noruega e Suécia, que não eram unidades políticas distintas e bem definidas durante o período Viking. O que hoje conhecemos por Escandinávia era onde eles moravam. A geografia local ajudou a torná-los, assim como aos nautas Portugueses, um ‘povo do mar’. Seu pedaço de terra era cercado pelo mar: o Atlântico e o Mar do Norte, a oeste; o Báltico e o Golfo da Bótnia, a leste.

“Em 1066, seus descendentes normandos subiram ao trono da Inglaterra, estendendo os reinos nórdicos do Báltico ao Canal da Mancha. Navegantes audazes inventaram o barco mais eficiente da Idade Médiao ‘longboat‘ ou ‘barco longo’ em referência à sua forma longa e estreita, verdadeira obra-prima da engenharia náutica. Com eles viajam até a América, onde chegaram quase 500 anos antes de Colombo; e ao Oriente Médio, fazendo comércio ou pirataria.”

Deixo a matéria completa do Estadão aos interessados: https://marsemfim.com.br/vikings-grandes-navegadores/

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