Edvard Munch e sua Arte na Escandinávia

Edvard Munch 1863-1944

Edvard Munch era um pintor e artista gráfico norueguês. Influenciado pelo simbolismo, Munch se afastou do naturalismo e buscou, através de representações pessoais, expressar a vida psíquica do homem moderno.

Existem dois caminhos para um artista abraçar sua carreira, um deles é se concentrar na carreira internacional, que foi o caso de Munch e o outro caminho é se tornar um ídolo nacional, se concentrar em divulgar sua obra dentro de seu próprio país. Munch tinha talento e investiu pesado na sua carreira internacional, seu relacionamento com a pintura era quase obsessivo e é considerado um artista de alta produção.

A carreira internacional de Munch começou em Berlim-Alemanha e se espalhou pelo mundo. O consumo extensivo de álcool e o comportamento extravagante ao longo do tempo o levaram a um colapso nervoso com alucinações visuais e auditivas. Em 1913 Munch retornou a morar na Noruega onde ficou até sua morte em 1944.

Suas pinturas eram sínteses das idéias centrais do autor, e trabalhavam para uma estilização da forma usando grandes superfícies não variadas, ao mesmo tempo em que a cor intensa se tornava decisiva. O círculo motivacional de Munch também está intimamente ligado às suas próprias experiências de infância e à sua vida boêmia agitada. O que caracteriza suas pinturas é um poder de expressão carregado e concentrado.

O Grito – 1893

“O Grito” (1893; originalmente chamado de “Desespero”), é provavelmente a pintura mais famosa de Munch e é considerado o ícone da ansiedade existencial. Mostra como um movimento repentino da mente pode transformar nossas impressões sensoriais de cabeça para baixo. Como em muitos de seus trabalhos, ele pintou várias versões.

As Garotas na Ponte – 1901

Todos esses temas reaparecem nas obras de Munch, em pinturas como “A Criança doente” (1886), “vampiro” (1892-94), “Cinzas” (1894) e “As Garotas na Ponte”. Os últimos mostram figuras fracas, com rostos indefinidos e escondidos, com as formas de árvores pesadas e casas chocantes ameaçando sobre eles, onde estavam na ponte em Åsgårdstrand. Munch muitas vezes retratou as mulheres como sensuais e sofredoras, ou como vampiros misteriosos e que consomem vidas.

Munch morreu em 1944 sem família, filhos, viciado em Opium e cheio de inimigos. Personalidade forte e muito talentoso porém, com uma coleção de desastres e caos na sua vida pessoal. Suas obras foram doadas para o estado Norueguês com Munch ainda em vida. Que lembremos dele pela sua imortal obra. 🌺

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